abril 2013 ~ Colegio Estadual Rubem Nogueira

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Wargame 1942

Wargame 1942 é um jogo de estratégia em tempo real que roda diretamente a partir do seu browser, sem necessidade de plugins adicionais ou downloads inconvenientes.

No game, você assume o papel de comandante militar que deve construir um país e defendê-lo da ganância de outras nações, entrando em guerra direta se assim for necessário.

Contudo, para formar um bom exército, é essencial cuidar bem de sua população a fim de recrutar soldados poderosos. Você pode construir torres de comando, casas, fábricas, quartéis, universidades e diversos outros tipos de estabelecimentos, tudo com o intuito de fazer seu pequeno vilarejo se transformar na maior potência do mundo.




Comandando seu povo
Para jogar Wargame 1942, tudo o que você precisa fazer é realizar um rápido cadastro informando um nome de usuário (que será usado para realizar login no jogo), senha e endereço de email válido. Em poucos segundos, já será possível começar a construir seus primeiros estabelecimentos e iniciar sua expansão territorial.

Cada tipo de construção oferece certo lucro diário para o banco de sua cidade, que deve ser utilizado para a compra de armamentos para seu exército ou para aquisição de materiais diversos como madeira e tijolos.

Além disso, Wargame 1942 oferece centenas de missões diversificadas, que vão desde formar certo número de soldados até expandir seus territórios por um continente inteiro.

Tales of Laputa


Tales of Laputa é um MMORPG de navegador que segue um padrão visto em muitos outros jogos do gênero. Porém, ao mesmo tempo, ele ainda consegue inovar em alguns aspectos.
Diferente dos outros games que usam interface e sistema de missões iguais aos de Tales of Laputa, aqui você consegue controlar os movimentos do seu personagem, podendo escolher quais golpes usar durante as batalhas, por exemplo.
Outra qualidade interessante em Tales of Laputa é a possibilidade de adquirir conquistas conforme você realiza determinadas proezas dentro do jogo, uma característica que incentiva você a continuar jogando – principalmente no caso dos “caçadores de conquistas”. O game apresenta seis classes diferentes, cada qual com habilidades específicas, tornando-as responsáveis por funções diferentes no campo de batalha.
Classes

Cadastro

Jogar Tales of Laputa requer cadastro; use o botão “Clique para Acessar” para abrir a página de cadastro. Quando concluído, você é automaticamente redirecionado para o jogo.
Cenário

História

No início dos tempos, o mundo era controlado por demônios e a humanidade vivia escrava dos seus desejos sádicos. Para garantir a ordem, o Rei Demônio abriu uma fissura que conectou o mundo com outra dimensão, trazendo criaturas ainda mais horríveis que os próprios demônios para aterrorizar os seres humanos e garantir a sua completa obediência, governando-os pelo medo.
Uns poucos corajosos saíram em busca de algum poder que pudesse acabar com o império demoníaco. Por muita sorte, um herói encontrou o deus Morias em suas viagens, o qual prontamente derrotou todo o mal que residia em Laputa. Desde então, a paz reinou durante 500 anos e as pessoas viviam em tranquilidade. Contudo, os tempos estão mudando e uma nova ameaça está para surgir. Será que você consegue preveni-la?

Diálogo 

Batalhas

O combate em Tales of Laputa pode ser controlado pelo jogador, o qual pode usar atalhos do teclado para acionar as suas principais habilidades. De modo geral, você não precisa ver os inimigos e clicar sobre eles para iniciar as lutas, basta andar pelo cenário que aleatoriamente as batalhas começam (tal como nos RPGs de antigamente). Apesar disso, você pode usar funções de combate automático, deixando o seu personagem “jogando sozinho”.
Ao passear muito tempo em determinada região, matar uma quantidade específica de monstros do mesmo tipo faz aparecer um chefão, o qual é apenas uma versão mais poderosa do inimigo que foi derrotado em grandes quantidades. Somando todos os cenários, instâncias e monstros encontrados em missões, ao todo você tem mais de 100 adversários formidáveis para desafiar.
Batalhas 

Pets

Uma grande atração de Tales of Laputa são os pets que você pode capturar, pois é possível usá-los como companheiros de combate, procriá-los para conseguir espécimes mais poderosos, assim como travar lutas ao estilo Pokémon – verdadeiras rinhas de galo nas quais você pode apostar para aumentar as suas riquezas e comprar itens mais poderosos.

Leia mais em: http://www.baixaki.com.br/download/tales-of-laputa.htm#ixzz2QFKDjXUb

domingo, 7 de abril de 2013

Melquisedec, o Rei do Mundo e a sua Ordem




Melquisedec é um ser enigmático, citado em diversas culturas com o título de “rei”, embora nem sempre é rei da mesma coisa. Considerado o representando de Deus na Terra, conta a história que Melquisedec esteve presente durante toda a história humana intervindo em momentos críticos diretamente de sua morada no reino subterraneo de Shambala. Os orientais o intitulam como o Rei do Mundo. O nome de Melquisedec surge na Bíblia em Gênesis (14: 18-20), em Salmos 110, e em Hebreus (5-7), e é grafado de diversas formas: Melquisedec (por exemplo, na Bíblia de Jerusalém) ou Melquisedeque, em outras fontes em português; Melchizedek; Malki-tzédek; Malchizedek; Melchisedech.
Segundo alguns estudiosos, o nome ou expressão podem ser traduzidos como “Zedek é meu rei”, ou “meu rei é justo”. No primeiro caso, refere-se a uma divindade caananita. No Gênesis, Melquisedec é apresentado como o rei de Salem – cidade que muitos estudiosos entendem como sendo a própria Jerusalém –, e sacerdote de El Elyon, ou Deus Altíssimo, interpretado por alguns como uma referência a Iahweh. A Enciclopédia Britânica diz que Melquisedec é uma figura de importância bíblica porque era tanto um rei quanto sacerdote, e encontrou com Abrão quando este voltava da batalha em que derrotou Codorlaomor, levando-lhe pão e vinho. Segundo a enciclopédia, alguns estudiosos cristãos interpretaram essa passagem como uma precursora da Eucaristia.
O texto em Hebreus (7:3) diz: “Sem pai, sem mãe, sem genealogia, nem princípio de dias nem fim de vida! É assim que se assemelha ao Filho de Deus, e permanece sacerdote eternamente” (Bíblia de Jerusalém. Paulus). A interpretação dessa passagem tanto pode ser a de que Melquisedec era semelhante ao Filho de Deus, ou o próprio Filho de Deus; outras entendem que houve um erro de tradução e que a ordem que ele dirigia é que era “sem genealogia”. Apesar de aparecer poucas vezes na Bíblia, Melquisedec se tornou uma das figuras mais discutidas e misteriosas do livro sagrado, sendo alvo de interpretações tanto no cristianismo quanto no judaísmo. Uns entendem que a narrativa de Melquisedec fazia parte de uma tradição independente, inserida de forma desastrada na narrativa da batalha travada por Abrão. Em algumas interpretações rabínicas, ele é identificado com Sem, filho de Noé; outras afirmam que Melquisedec instruiu Abrão na Torá, e ainda, que a escola de Melquisedec era um dos três lugares em que o Espírito Santo se manifestava; ainda identificaram Melquisedec como sendo um dos quatro ferreiros citados em Zacarias (2:3); e o Talmude ensina que Davi escreveu o Livro dos Salmos incluindo nele o trabalho dos anciãos, inclusive Melquisedec.
Já na tradição gnóstica – conhecida por meio dos textos encontrados em 1945 e hoje conhecidos com a Biblioteca de Nag Hammadi –, é revelado que Melquisedec é Jesus Cristo, ou seja, como Jesus, Melquisedec vive, prega, morre e ressuscita.
O que deixa a história ainda mais curioso é que esse ser é citado em culturas diferentes antes mesmo dessas terem realizado um contato. Para ser mais exatamente, refletindo isso em probabilidades, seria quase nulo a idéia de dois povos que viveram em regiões diferentes do planeta e nunca tiveram contato entre si, relatar a presença do mesmo ser, com o mesmo nome e com as mesmas características “divinas” sem que esse estivesse existido. E a história não acaba por aí. Dizem que ele é o lider da Ordem que leva o seu nome e que seria responsável pela evolução gradual da Humanidade. Nomes de pensadores e cientistas famosos foram ligados a essa Ordem. Existe uma lenda que diz o próprio Cristo tenha feito parte da Ordem mas sem nenhuma prova concreta.

Ashtar Sheran, o Protetor




Desde o inicio da década de 50, pessoas de várias partes do mundo e sem nenhuma ligação aparente vem relatando as autoridades de seus países que receberam um comunicado desse ser chamado de Ashtar Sheran. É descrito como um ser andrógino, com aproximadamente 1,90 metro de altura, com cabelos longos de cor indefinível (do castanho ao loiro, passando pelo prateado e o rosa), com olhos de cor também indecifrável, vestido com um macacão verde e ostentaria sete estrelas cintilantes em seu peito. Essa forma, entretanto, ele tomaria somente para algumas pessoas aqui na Terra. Dependendo da missão ou do trabalho que ele assume, Sheran utiliza a forma através da qual aquela galáxia ou planeta onde ele está se expressa. Sheran é uma espécie de capitão de uma frota responsável pela proteção da Galáxia e teria vindo a Terra após a explosão da bomba de Hiroshima para avisar sobre o perigo do mau uso das armas nucleares e mesmo impedir caso os humanos tenha a idéia de utilizá-las novamente. Os seguidores de Sheran (sim, ele tem muitos seguidores) dizem que sua nave encontrasse próxima ao nosso planeta e que ninguém consegue ver por causa do campo de invisibilidade.

A Batalha de Los Angeles




A mídia impressa costuma empregar nomes sensacionalistas pra se referir a certas pessoas ou eventos, numa tentativa de atrair o imaginário popular e garantir a circulação máxima da publicação. Foi assim que Francisco de Assis Pereira se tornou o “Maníaco do Parque”, por exemplo. Mais da metade dos inimigos do Homem-Aranha devem seus nomes à mesma prática. No caso da “Batalha de Los Angeles”, o evento foi tão espetacular que o nome era o detalhe menos importante.
Na noite de 24 de fevereiro de 1942, vários moradores de Los Angeles viram objetos luminosos pairando sobre suas cabeças. A histeria foi geral, e muitas ligações pros serviços de emergência depois, a cidade de Los Angeles estava sob comando dos militares. Os milicos ordenaram um apagão geral na cidade, numa tentativa de identificar melhor a luz vinda dos objetos voadores.
A foto acima, que foi capa de todos os jornais nacionais na época, mostra os holofotes dos militares apontados pros UFOs. Segundo a Aeronáutica, os objetos se locomoviam a pouco mais de 300 km/h.
Em seguida, a Brigada de Artilharia da Marinha posicionou suas armas (canhões anti-aéreos cuja munição são cargas explosivas de 6kg) e começaram a meter chumbo grosso nos objetos. Mais de 1400 tiros foram disparados, e apesar disso os objetos voadores não se transformaram em objetos cadentes.
Cinco pessoas morreram de ataques cardíacos durante o drama, e vários carros e prédios foram danificados pela munição anti-aérea que eventualmente caiu na cidade abaixo.
No dia seguinte as afirmações das autoridades foram conflitantes. Alguns alegaram ser nada além de um “alarme falso provocado pelo nervosismo da guerra”, sem elaborar sobre a identidade dos objetos. Outros falaram que eram balões japoneses, sem explicar como é que balões se movimentariam a 300 km por hora.
Após mais alguns comentários incongruentes, os militares decidiram que a desculpa oficial seria que os objetos eram aeronaves japonesas designadas pra sobrevoar o céu de Los Angeles, com o objetivo de causar medo em solo americano e abaixar a moral do país. Bom, sobre a parte de causar medo, eles acertaram. O que continuou não fazendo sentido é como é que os tais aviões sobreviveriam várias horas de bombardeamento pesado sem fazer manobras evasivas de qualquer tipo. Mencionei que o governo japonês negou envolvimento com o mistério na época, e continua fazendo isso até hoje?

O Resort de San Zhi



Desenhado como um resort turístico de luxo no norte de Taiwan, a cidade futurista de San Zhi foi abandonada antes de ser acabada. História e rumores dizem que muitos trabalhadores morreram durante a sua construção, dentro das casas-cápsulas e o governo decidiu acabar com a obra. Pior de tudo é que as autópsias feitas nos corpos não revelava nada. Agora em vez de um resort turístico para as pessoas mais ricas de Taiwan, San Zhi é apenas uma mini cidade fantasma deixada aos elementos da natureza.

Luz Misteriosa na Noruega



Não, isso não é uma montagem tosca de photoshop (embora pareça). Essa foto mostra o que acontece na Noruega, na noite do dia 9 de Novembro de 2009. Um enorme vórtice eletromagnético tomou o céu, clareando a noite como se fosse um astro. O fenômeno que durou 12 minutos deixou muita gente espantada. Para acalmar a população, o governo disse se tratar de teste de mísseis da Russia. E aí começa o primeiro impasse. A Rússia negou ter feito tal teste. Após a negação da Rússia, o governo deu outra resposta, dizendo ser um fenômeno natural. Em seguida, voltou para a primeira resposta, afirmando novamente ser resultado de testes de mísseis. Sinceramente, essa desculpa “cheira mal” até hoje! O tempo passou, a poeira baixou e então apareceu o Wikileaks. Um relatório do almirante da Frota do Norte russa Maksimov, do primeiro-ministro Vladimir Putin, disse que um misterioso vórtice magnético atualmente focando no Golfo de Aden desafiou todos os esforços combinados da Rússia, os Estados Unidos e a China a fechar e verificar a causa exata de sua origem. A especulação é que o vórtice do Golfo de Aden possa ser um Stargate, aparelho anular supercondutor que permite viagens pelo “subespaço”, através de um buraco-de-minhoca estável, com destino a outro aparelho idêntico localizado a uma vasta distância do primeiro (outro sistema estelar ou uma dimensão paralela por exemplo). Segundo o relatório, os cientistas dos EUA começaram a notar a formação do vórtice no final de 2000, após o que os norte-americanos estabeleceram uma base de operações no Chifre da África, o Djibuti, a maior cidade da república da capital de Djibuti . Desde a sua descoberta em novembro de 2000, o centro de Aden começou a se expandir no final de 2008 e incentivou os Estados Unidos a publicar um relatório especial alertando o mundo sobre este acontecimento misterioso, em resposta forças navais das seguintes nações se dirigiram à área: Marinha Real Australiana Guerra, Marinha Marinha belga Búlgaro, da Marinha do Canadá, da Marinha de Libertação do Povo (China), a guerra da Marinha Real da Dinamarca, da Marinha Francesa, Marinha Alemã, Marinha grega, a Marinha da Índia, República Islâmica do Irão Marinha, da Marinha italiana, as Forças Marítimas de Autodefesa do Japão, República da Marinha da Coreia (Coreia do Sul), a guerra da Marinha Real da Malásia, Marinha Real Holandesa de guerra, a Marinha do Paquistão, da Marinha Português, Arábia Royal Navy, a Marinha Russa, a República de Singapura Marinha, da Marinha Espanhola, da marinha sueca, a guerra da Royal Navy tailandês, da Marinha turca, guerra da Marinha Real Britânica ea Marinha dos Estados Unidos. Usando o pretexto de que estas forças navais eram necessárias para proteger o golfo de Aden de piratas da Somália [que não são realmente nada mais do que jovens homens armados à procura de alimentos, pois este vórtice misterioso destruiu suas zonas de pesca], o Almirante Maksimov relata que esse acúmulo é o maior de seu tipo na história humana. Importante notar é que os 40-60 terremotos que ocorreram no Golfo de Aden, no último mês também são os primeiros a ter ocorrido na região na história moderna. Na manhã de 15 de novembro de 2010 43 sismos consecutivos foram registrados. Mais importante ainda é lembrar que o Sol registrou uma erupção de solar no dia 14 de novembro e pode ter conexão. O relatório afirma que todos esses sismos variam entre 4,5 e 5,4 graus na escala Richter e quase todos são em profundidade ou cerca de 10 km.


Historias de Navios Fantasma


Navios fantasmas são definidos como: “navios ficcionais assombrados, ou navios encontrados à deriva, com sua tripulação inteira ausente ou morta, ou navios que foram desativados, mas não demolidos”. Todas essas três opções parecem bastante plausíveis, exceto a parte do “ficcional”. Confira 10 histórias que, caso não forem reais, certamente nasceram do real:
1) CARROL A. DEERING


O Carrol A Deering era uma escuna de 5 mastros construída em 1911. A última viagem do navio de carga saiu do Rio de Janeiro em 2 de dezembro de 1920. O capitão, William Merrit, e seu primeiro marinheiro, Sewall Merrit (seu filho), tinham uma tripulação de 10 escandinavos. Ambos adoeceram e o capitão W. B. Wormell foi recrutado como substituto. Depois de deixar o Rio, o navio parou em Barbados para abastecer. O novo primeiro marinheiro, McLennan, ficou bêbado e queixou-se a um colega do Capitão Wormell, sua incompetência em disciplinar a tripulação e sua incapacidade de navegar o navio sem o auxílio de McLennan. McLennan foi preso depois de cantar “Eu vou pegar o capitão antes de se chegar a Norfolk, eu vou”. Wormell o perdoou, pagou sua fiança e zarpou de Barbados. O navio não foi avistado até 28 de janeiro de 1921, quando um guarda-farol foi saudado por um homem ruivo. O homem disse ao guarda-farol, com um sotaque estrangeiro, que o Deering havia perdido sua âncora, mas o navio não foi capaz de transmitir a mensagem devido a um mau funcionamento do rádio. Três dias depois, o Deering foi encontrado encalhado em Diamond Shoals, ao largo de Cabo Hatteras. Uma equipe de resgate chegou no navio em 4 de fevereiro. O que eles encontraram fez com que Deering entrasse para a história dos mistérios marítimos. Ele estava completamente abandonado. As toras e equipamentos de navegação haviam sumido, bem como dois dos botes salva-vidas. A comida do dia seguinte estava meio preparada na cozinha. Infelizmente, o navio foi afundado com dinamite antes de uma investigação completa sobre o mistério. O desaparecimento da tripulação ocorreu no Triângulo das Bermudas. Vários outros navios desapareceram no mesmo período e região. Muitas teorias se tornaram populares durante a investigação, incluindo explicações paranormais e pirataria nas Bahamas. A investigação formal terminou em 1922, sem qualquer decisão oficial.

Confira mais outras 10 historias de navios fantasma
http://hypescience.com/10-historias-assustadoras-de-navios-fantasmas/

Leia Livros Online

http://lerlivrosonline.org

Quadrinhos Online

http://hqonline.com.br

O que é Geek?


Definição

A definição de geek mudou consideravelmente ao longo do tempo e já não há um significado definitivo. Os termos nerd, dweeb e dork têm significados semelhantes a geek, mas muitos optam por identificar diferentes conotações entre estes termos, embora as diferenças sejam controversas. Em uma entrevista em 2007 ao Colbert Report, Richard Clarke disse que a diferença entre nerds e geeks é "geeks fazem acontecer."[1]
Adeptos da doutrina geek definem o termo como um “técnico, doutor, autodidata, apaixonado pelo que faz e pelo que entende”.
Para o psicólogo Erick Itakura, do Núcleo de Pesquisa em Psicologia e Informática da Clínica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, geek e nerd são a mesma coisa. Em sua opinião, o que mudou ao longo dos anos foi a aceitação social das pessoas ligadas em tecnologia.[2]
[editar]Origem
A palavra geek teve seu primeiro registro em 1876, como sinônimo de fool (bobo) e posteriormente passou a designar artistas ambulantes que ganhavam a vida exibindo-se nos mafuás ou nas ruas, em performances bizarras que incluíam arrancar a cabeça de uma galinha viva com os dentes ou comer insetos (em inglês: bugs). Por analogia, passou-se a designar como computer geek aquele que ganha a vida "comendo" bugs de computador.[3]
A expressão só adquiriu contornos positivos quando a tecnologia ganhou status de poder liberador. Nos anos 1990, o “Jargon File”, um léxico criado pela primeira geração de pioneiros da internet, definiu geek como "uma pessoa que escolheu a concentração no lugar da conformidade; alguém que busca objetivo (em particular, técnicos) e imaginação, não a adequação social padronizada. Geeks em geral sofrem de neofilia (atração por tudo aquilo que é novidade) e são adeptos de computadores".[4]
[editar]Os vários tipos de Geeks
Um Geek: pode ter diferentes gostos e interesses, que podem ser classificados em algumas categorias: Fãs de games: Esses estão à procura de novos jogos, ficam horas e horas jogando em seu próprio console, fazem reuniões com o seus amigos e o assunto é sempre Games. Compram camisetas com mascotes de jogos, enfim, estão familiarizados em tudo que abrange o assunto Games.
Fãs de computadores: Estão sempre atualizados, compram novos produtos, monitores de alta resolução, passam muito tempo digitando e descobrindo mais informações sobre os componentes de um computador. São, por exemplo, aqueles que compram um IPhone só por causa de seus recursos de alto processamento e de gráfico avançados.
Fãs de séries e de ficção científica: São apaixonados pelos personagens fictícios de Star Wars e companhia. Tem o hábito de se reunirem com amigos Geek fantasiados como Frodo ou Harry Potter. Já aqueles que curtem seriados, ficam ansiosos para assistir os novos episódios e geralmente ficam na internet até de madrugada esperando pelo próximo episódio recém-lançado para fazer o download.
Fãs de rock e heavy metal: a maioria destes Geeks andam de preto, sempre com uma camiseta de banda. Quando um CD novo é lançado, são os primeiros a comprá-lo. Para eles, não existe um meio termo, ou o álbum ficou maravilhoso, ou a banda se vendeu para o “mainstream”.
Fãs de animes e mangás: este tipo de Geek também é muito comum, quase sempre caracterizado de seus personagens preferidos em eventos de cosplay. Normalmente, sabem tudo sobre um determinado Anime ou Mangá

Mangás Online

Mangás Online (quadrinho japones)
http://centraldemangas.com.br/mangas

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Imagens Colegio Estadual Rubem Nogueira

Algumas fotos do colégio e também antigas fotos da cidade de serrinha

















Hino do 5° ano de aniversário do ginásio.


No 5° ano de aniversário do ginásio houve várias comemorações e foi cantado um hino com letra e música da professora Maria da Glória Valverde.

Cantemos todos felizes/Cantemos em alta voz
Criando a lei 130/ Rubem Nogueira a Serrinha deu um Templo
Para o futuro sabermos/ Seguir o seu nobre exemplo
Trabalhar com ardor sem maldade/ Ensinando com amor sem vaidade
Alegres hoje festejamos/ Cinco anos de lutas e glórias
E contentes proclamamos/ Estudando teremos vitória.

Fonte: Tasso Franco
Diretora: Nair de Aguiar Vialva Ribeiro 1ª diretora do Ginásio Regional Estadual de Serrinha.
Fonte: CERN

Historia do Colegio Estadual Rubem Nogueira II

Historia do Colegio Estadual Rubem Nogueira Parte II
1ª Turma do Ginásio


Fonte: CERN

Em 1955, o ginásio formou a primeira turma com grande festa na cidade. era constituída pelos seguintes alunos: Advaldo F. de Andrade, Antonio Alves da Silva Neto, Antonio Cezar Paes Campo, Cremildes Hermes de Carvalho, Ênio Paes Cardoso, Evandro O. Carneiro Tuy, Fernando L. de Queiroz, Ivone Cunha Moura, José Avelar Ventura dos Santos, José Edmundo Bacelar, Jose Gonçalves de Oliveira, José de Souza Góes, Josefa Cruz de Oliveira, Lícia Marlene Alves Simões, Lícia Maria Montenegro Nogueira, Maria Almeida Alves Simões, Maria da Conceição M. Mira, Maria Claudenita P. Ferreira, Maria Deusdete L. Oliveira, Maria das Dores Gomes, Maria helena A. de Carvalho, Maria Isaltina dos Santos, Maria José N. de Oliveira, Maria Nazaré Campos, Manoel Augusto Paes Nunes, Mary Eloah de L. Moreira, Magnolia Nogueira Bacelar, Marilene de V. Soares, Marconi Edson L. de O. Silva, Mercia C. da Silva, Nilza R. de Oliveira, Ovídeo Lima Queiroz, Romilda S. da Silva, Tereza Eugênio Paes da Silva e Vanilda da S. Rosa.


Primeira Turma na frente do ginásio
Fonte: CERN

Historia do Colegio Estadual Rubem Nogueira I

Historia do Colegio Estadual Rubem Nogueira Parte I

O ginásio Regional Estadual de Serrinha, também conhecido por Ginásio Regional do Nordeste foi instalado em 19 de março de 1952, pelo governador Régis Pacheco, no antigo prédio da Estação Experimental da Sericicultura, na época ocupado pelo Serviço de Cereais e Leguminosas da Secretária da Agricultura do Estado. O primeiro ano funcionou no prédio da antiga Prefeitura nos salões da Justiça e da Câmara.

Com esta fundação, que se deu através de um projeto de lei do deputado estadual Rubem Nogueira (lei 130 de 14/12/1948), foram criados os primeiros ginásios públicos no interior da Bahia, no governo Octávio Mangabeira. Os quais beneficiaram os municípios de Serrinha, Jequié, Itabuna, Caetité e Canavieiras.

Os exames de admissão aconteceram nos dias 28 e 29 de fevereiro de 1952, e foram supervisionados por um inspetor federal do MEC, professor Jenner Barreto Bastos. Advento este, que significou uma verdadeira revelação no ensino local e microrregional, pois dezenas de jovens e mais velhos participaram do exame causando uma grande repercussão na cidade uma vez que ao serem aprovados estes discentes que não habitavam em Serrinha passaram a residir nesta cidade para dar continuidade ao seu processo de formação.

A aula inaugural foi proferida pelo presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Secundarista, professor Luís Rogério de Souza. E, em 1955, o ginásio formou a primeira turma, fato que promoveu uma grande festa na cidade. Daí percebe - se o valor histórico do conhecimento deste Colégio para a educação na região sisaleira.

REFERÊNCIAS:

FRANCO, TASSO. Serrinha A colonização portuguesa numa cidade do sertão da Bahia: EG BA, Assembléia Legislativa do Estado, 1996. p. 386.
http://www.alipso.com/monografias/artigo/

Instalação do Ginásio Regional Estadual de Serrinha, através do projeto de lei do deputado Rubem Nogueira (Lei 130 de 14-12-1948). Sancionada no governo Otávio Mangabeira e inaugurado pelo governador Régis Pacheco em 19 de março de 1952.



Fonte: CERN

Deputado estadual Rubem Nogueira criador do projeto de lei 130 de 14-12-1948 que deu origem aos primeiros ginásios públicos no interior da Bahia. (Em Serrinha, Jequié, Itabuna, Caitité e Canavieiras).

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Festival Anual Da Canção Estudantil


Festival Anual da Canção Estudantil - Face
Criado em 2008, o Face é um pro­jeto que possui na­tu­reza edu­ca­tiva, ar­tís­tica e cul­tural e pro­move o de­sen­vol­vi­mento das di­versas ex­pres­sões da arte (li­te­rária e mu­sical) no cur­rí­culo es­colar, como ori­enta a Lei de Di­re­trizes e Bases (Lei 9394 de 20 de de­zembro de 1996) e, mais re­cen­te­mente, a Lei 11.769/2008 que ins­titui o en­sino de mú­sica nas es­colas.

Com este pro­jeto pre­tende-se, ainda, ex­plorar o po­ten­cial edu­ca­tivo através da mú­sica, es­ti­mu­lando a mu­si­ca­li­dade no am­bi­ente es­colar e a va­lo­ri­zação das ma­ni­fes­ta­ções cul­tu­rais re­gi­o­nais; pro­mover um am­bi­ente edu­ca­ci­onal pra­ze­roso, no qual a cul­tura, a arte e a edu­cação se ex­pressem em sin­tonia com a ju­ven­tude es­tu­dantil, es­ti­mu­lando os va­lores es­sen­ciais para a mo­ti­vação do viver e para o rom­pi­mento com o mo­delo rí­gido de en­sino e de apren­di­zagem ainda pre­sentes na edu­cação; além de in­te­grar as dis­tintas ins­tân­cias da Se­cre­taria da Edu­cação com ou­tras se­cre­ta­rias.



O Face foi con­ce­bido para ser re­a­li­zado em todas as es­colas, com os es­tu­dantes do 6º ano do En­sino Fun­da­mental ao 3º ano do En­sino Médio e equi­va­lentes (Edu­cação de Jo­vens e Adultos - EJA, En­sino Normal e Tec­no­ló­gico), en­vol­vendo, também, os pro­fes­sores, es­pe­ci­al­mente os de Artes, Língua Por­tu­guesa e Li­te­ra­tura e de ou­tras dis­ci­plinas afins, os ar­tistas lo­cais, as Di­re­to­rias Re­gi­o­nais de Edu­cação (Direc) e os téc­nicos da Se­cre­taria da Edu­cação do Es­tado da Bahia.

O Face de­sen­volve-se em 3 fases: a cri­ação mu­sical e a re­a­li­zação de mi­ni­fes­ti­vais es­co­lares; os fes­ti­vais re­gi­o­nais das Direc; o fes­tival es­ta­dual da Se­cre­taria da Edu­cação, na ci­dade de Sal­vador. A pro­dução mu­sical é sis­te­ma­ti­zada sob a forma de Can­ci­o­neiro Es­tu­dantil e de CD e DVD com as can­ções es­tu­dantis.

Em 2012, o Face foi re­a­li­zado em 1055 es­colas da rede es­ta­dual, em 236 mu­ni­cí­pios do Es­tado da Bahia. Na fase es­ta­dual, o Face contou com a par­ti­ci­pação de mais de 5.000 es­tu­dantes e prestou  ho­me­na­gens aos ar­tistas, po­etas, mú­sicos, com­po­si­tores e sam­bistas da mu­si­ca­li­dade bra­si­leira/baiana, que re­sulta da mis­tura de todos os ritmos: o eru­dito, o po­pular, o samba, o rock, o forró e o ar­rocha.

Artes Visuais Estudantis


Artes Visuais Estudantis - AVE
Criado em 2008, o AVE trata-se de um pro­jeto pi­o­neiro, de ca­ráter edu­ca­tivo, ar­tís­tico e cul­tural, con­ce­bido a partir de uma pers­pec­tiva abran­gente, pois en­volve os es­tu­dantes do 6º ano do En­sino Fun­da­mental ao 3º ano do En­sino Médio e equi­va­lentes (Edu­cação de Jo­vens e Adultos - EJA, En­sino Normal e Tec­no­ló­gico) da rede es­ta­dual de edu­cação da Bahia; assim como os pro­fes­sores de Língua Por­tu­guesa, Arte e dis­ci­plinas afins, os co­or­de­na­dores pe­da­gó­gicos, os di­re­tores das es­colas e das Di­re­to­rias Re­gi­o­nais de Edu­cação (Direc) e téc­nicos da Se­cre­taria de Edu­cação do Es­tado da Bahia, em um clima de ale­gria, par­ti­ci­pação e in­te­gração.

Face - Creditos

• Governo do Estado da Bahia

• Secretaria da Educação

• Superintendência de Desenvolvimento da Educação Básica

• Diretoria de Currículos Especiais

• Coordenação de Projetos Intersetoriais

FACE - Fases


O Festival ocorre em 3 fases eliminatórias: a realização de Minifestivais nas Unidades Escolares, onde ocorre a produção das canções, a seleção e premiação dos três primeiros escolhidos; segunda, equivalente aos Festivais Regionais, realizada pelas DIREC, onde ocorre a seleção entre todos os representantes escolhidos em cada escola; a terceira e última fase corresponde ao Festival Estadual, realizado pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia, na cidade de Salvador.


Minifestivais nas Escolas

- As escolas criam uma Comissão Organizadora e Julgadora e realizam os Minifestivais, a partir das canções produzidas pelos estudantes em salas de aula.

- Os estudantes interessados em participar do Festival fazem a inscrição em sua escola, onde se apresentam e são avaliados pela Comissão Julgadora, a cargo do Corpo Docente e Direção de cada escola, levando em consideração as áreas afins, além de uma representação estudantil.

- Cada escola inscreve o estudante vencedor como seu representante na DIREC à qual a escola está vinculada.


Festivais Regionais

- As DIREC formam uma Comissão Organizadora e Julgadora que organiza os festivais e seleciona até 15 canções entre as melhores inscritas para compor o seu Festival Regional.

- As DIREC realizam sua eliminatória com a apresentação musical das canções selecionadas.

- A Comissão Julgadora seleciona os três primeiros lugares, sendo que o primeiro lugar será o representante regional na grande final estadual.

- Após a seleção da canção vencedora em primeiro lugar dos Festivais Regionais, as DIREC encaminham os estudantes para um estúdio onde gravam a canção em CD e, posteriormente, fazem a inscrição na Secretaria da Educação do Estado da Bahia.


Festival Estadual

- A Secretaria da Educação institui a Comissão Organizadora e Julgadora, que analisa as canções enviadas pelas DIREC e seleciona as 15 finalistas.

- A Secretaria realiza, na cidade de Salvador, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, a Final do Festival Anual da Canção Estudantil, onde os finalistas se apresentam.

- São premiadas as três primeiras canções, com ênfase na letra e na melodia, o estudante na categoria revelação e o melhor intérprete, masculino e feminino.

- A Secretaria da Educação registra em CD as canções e em DVD a final do Festival.

- A Secretaria da Educação garante transporte, hospedagem e alimentação, assim como as condições para a apresentação dos estudantes selecionados.

FACE - Objetivo

Desenvolver a produção musical e outras linguagens artísticas nos contextos escolares, contribuindo para a autoria estudantil e para romper com a rigidez do modelo de ensino e de aprendizagem ainda presentes na educação;

Explorar o potencial educativo da música, estimulando o desenvolvimento da musicalidade brasileira no ambiente escolar e valorizando as expressões culturais regionais;

Fomentar o desenvolvimento da arte na escola, a produção de saberes, criando espaço e estímulo para a expressão de talentos entre a juventude estudantil;

Criar elos entre a Secretaria da Educação do Estado da Bahia, as DIREC e as Unidades Escolares, através de uma relação pautada na produção artística e na mobilização da comunidade escolar;

Promover um ambiente educacional prazeroso, no qual a cultura, a arte e a educação se expressem, contribuindo para transformar a escola em um ambiente vivo e significante para os jovens;

Interagir com a juventude através das linguagens artísticas e chegar mais perto de seu universo, promovendo valores essenciais para a motivação do viver;

Desenvolver, a partir da música, outras linguagens, possibilitando a elaboração de idéias e emoções de maneira sensível, imaginativa e estética.
Font: http://www.sec.ba.gov.br

FACE - Apresentação


F.A.C.E
A Secretaria da Educação do Estado da Bahia realiza o Festival Anual da Canção Estudantil (Face), o maior projeto de política cultural para a juventude estudantil, que demarca um tempo novo na história da educação baiana. O FACE é um projeto pioneiro, de caráter educativo, artístico e cultural, concebido a partir de uma perspectiva abrangente, na expectativa de promover a participação e o envolvimento de todos os estudantes da rede estadual da educação, no processo de criação das canções e de realização de festivais em suas distintas fases, ou seja, festivais nas escolas, regionais e estadual.

Essa proposta de realização do FACE relaciona-se a razões variadas de natureza educativa, artística e sociocultural. Por um lado, ao entendimento da necessidade de nova configuração da escola, de modo que contemple o direito a uma escola pública de qualidade e inclusiva, a partir de princípios e eixos que relacionam a educação à diversidade social e à cultura. Por outro, pelo reconhecimento da dimensão da legalidade, que institui leis que impõem a educação musical no currículo escolar.

Uma das razões que fundamentam as bases desse projeto diz respeito à necessidade de dar continuidade às práticas educativas relativas ao desenvolvimento da arte e, em especial, a música, no currículo escolar, pois embora as leis nacionais orientem para o desenvolvimento de ações e práticas culturais no universo escolar, a Bahia ainda continua “carente” de políticas dessa natureza, necessitando “vestir a camisa” da Arte e assumir a tarefa da construção de práticas efetivas, orientadas para as linguagens artísticas e culturais nos ambientes escolares.

Esta prática cultural constitui-se como ponto de partida para o desenvolvimento das linguagens artísticas no currículo escolar da atual gestão, que entende a Arte como eixo estruturante do processo educativo e educacional.

É na perspectiva de construção de projetos que se configure como modelo capaz de gerar estímulo e impacto no desenvolvimento de políticas culturais para a juventude estudantil e para o currículo escolar, em especial, que a Secretaria da Educação propõe realizar o FACE. O intuito é fomentar o desenvolvimento da Arte no currículo escolar, uma vez que a escola consiste em uma das mais significativas instituições para a juventude, representando o espaço de sonhos, da obtenção do conhecimento e da formação do ser em toda a sua plenitude; na formação do estudante e na consolidação desse ambiente de festividade, de entretenimento e de prazer, tornando significativo e prazeroso o cotidiano escolar e o lugar da manifestação de sentimentos e de valores humanizantes.

Tempos de Arte Literária (TAL)


O Projeto Tempos de Arte Literária (TAL), de natureza educativa, artístico-literária e cultural, conta com a participação dos estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio e equivalentes (Educação de Jovens e Adultos - EJA, Ensino Normal e Tecnológico). Dentre os objetivos, destacam-se os seguintes: estimular a produção literária nos ambientes escolares e a valorização das manifestações culturais regionais; contribuir para a formação da intelectualidade e espiritualidade (ético e artístico) e, com isso, abrir caminhos literários para a participação social; compreender a arte literária como objeto de ampliação do conhecimento, do saber e de prazer estético; promover um ambiente educacional prazeroso no qual a cultura, a arte literária e a educação se expressem em sintonia, contribuindo para transformar os contextos escolares; estimular o gosto pela leitura e literatura, a arte de ler, de interpretar e de escrever, respeitando os distintos gêneros e estilos das distintas escolas literárias; construir pontos de encontro e rodas literárias nos ambientes escolares com vistas à consolidação do letramento; influir sobre o mercado da arte literária, estimulando os novos cultores e produtores.

A Poética Estudantil (PE), fruto da experiência do TAL tem revelado as múltiplas faces e os traços da diversidade sociocultural e literária de nossa terra, os olhares, a imaginação, a alma e as expressões dos estudantes da Bahia de Todos os Santos e de “Todos Nós”, ao refletirem sobre o mundo, o Brasil, a Bahia, o Sertão e a vida cotidiana, com toda a sua grandeza: a natureza, o mar, a lua, o sol, as estrelas, os homens, os animais, os passarinhos, o campo, a cidade, os dias nublados, a escuridão, os sofrimentos, os problemas econômicos, políticos, tecnológicos, sociais, ambientais e raciais, a fome, as sombras, o pranto, a solidão, o abandono, a justiça, o silêncio, as tristezas, o vazio, a ausência, a saudade, o infinito, as lutas e labutas, a coragem, os estudos, as leituras, os caminhos, as belezas, os mitos, os sonhos, a liberdade, os horizontes e o futuro.

Font: Educação.Ba.Gov